Travesseiro desculpe por todas as lágrimas. Estômago desculpe por todas as borboletas. Cérebro desculpe por não poder seguir teus conselhos e coração desculpe por todas as feridas.  —Paula Férfer

Travesseiro desculpe por todas as lágrimas. Estômago desculpe por todas as borboletas. Cérebro desculpe por não poder seguir teus conselhos e coração desculpe por todas as feridas.  —Paula Férfer

brighte-r:

E você apareceu assim de repente, e com esse seu sorriso encantador conseguiu meu olhar e minha atenção. Não sei dizer se foi destino ou coincidência, só sei que estou totalmente satisfeita de ter conhecido você, por pelo menos ter conhecido esse sorriso, esse olhar tranquilo e atencioso, esse abraço que deixa as palavras mudas, sem saber como saírem. A gente ri à toa, a gente se diverte. Você sempre presente, mesmo que longe, me entende, me ouve, me tranquiliza, me faz feliz. Se existe felicidade nessa vida, posso dizer que já desfrutei dela, mesmo que por pouco tempo, mas foi um tempo que marcou, que a distância, mesmo que queira, não deixa a memória apagar. As palavras já não cabem, não decifram, o quanto você é importante. Você é a felicidade, pra mim, agora. (brighte-r)

"Já coloquei a música que me fazia mal e fechei os olhos, lembrando de tudo que estava me corroendo. Só pra chorar, na esperança de tudo aquilo passar."
Caio Fernando Abreu. (via atitudedejovens)

(Source: dear-quotes)

"Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar."
— Clarissa Corrêa (via ineedabifurcation)

(Source: hermosa-em-fuga)

"É isso, sei lá, mas acho que amo você. Amo de todas as maneiras possíveis. Sem pressa, como se só saber que você existe já me bastasse. Sem peito, como se só existisse você no mundo e eu pudesse morrer sem o seu ar. Sem idade, porque a mesma vontade que eu tenho de te comer no banheiro eu tenho de passear de mãos dadas com você empurrando nossos bisnetos. E por fim te amo até sem amor, como se isso tudo fosse tão grande, tão grande, tão absurdo, que quase não é. Eu te amo de um jeito tão impossível que é como se eu nem te amasse. E aí eu desencano desse amor, de tanto que eu encano. Ninguém acredita na gente: nenhum cartomante, nenhum pai-de-santo, nenhuma terapeuta, nenhum parente, nenhum amigo, nenhum e-mail, nenhuma mensagem de texto, nenhum rastro, nenhuma reza, nenhuma fofoca e, principalmente (ou infelizmente): nem você. Mas eu te amo também do jeito mais óbvio de todos: eu te amo burra. Estúpida. Cega. E eu acredito na gente. Eu acredito que ainda vou voltar a pisar naqueles cocôs da sua rua, naquelas pocinhas da sua rua, naquelas florzinhas amarelas da sua rua, naquele cheiro de família bacana e limpinha da sua rua. Como eu queria dobrar aquela esquininha com você, de mãos dadas com os pêlos penteados de lado da sua mão. Outro dia me peguei pensando que entre dobrar aquela esquininha da sua rua e ganhar na mega-sena acumulada, eu preferia a esquininha. A esquininha que você dobrou quando saiu da casa dos seus pais, a esquininha que você dobrou chorando, porque é mesmo o cúmulo alguém não te amar. A esquininha que você dobrou a vida inteira, indo para a faculdade, para a casa dos seus amigos, para a praia. Eu amo a sua esquininha, eu amo a sua vida e eu amo tudo o que é seu. Amo você, mesmo sem você me amar. Amo seus rompantes em me devorar com os olhos e amo o nada que sempre vem depois disso. Amo seu nada, apenas porque o seu nada também é seu. Amo tanto, tanto, tanto, que te deixo em paz. Deixo você se virando sozinho, se dobrando sozinho. Virando e dobrando a sua esquininha. Afinal, por ela você também passou quando não me quis mais, quando não quis mais a minha mão pequena querendo ser embalsamada eternamente ao seu lado."
— Tati Bernardi.  (via aluguefelicidade)

(Source: alcooltecimentos)

“Semana passada estive assistindo um casamento. Eu sei, eu sei, sempre disse que não sou adepta a casamentos. Fiquei ali no meu banco olhando de longe e tentando entender aquele casal tão sorridente, tão festivo, tão… um do outro. Entendi algumas coisas. Você quer saber? Ah, eu sei que quer sim. Meu amor, eu entendi que eles não estavam se tornando casados por causa de uma benção recebida, um papel assinado ou alianças trocadas. Eles estavam casando pelo olhar que surgiu no rosto dele quando ela adentrou a Igreja. Estavam casando pela lágrima de felicidade e nervosismo que caía pelo rosto dela ao corresponder o olhar dele. Estavam casando pela forma carinhosa como ele pegou a mão dela no altar. Estavam casando pelo beijo na testa, pela confidência no sorriso, pelo tamanho do amor. Estavam casados há muito mais tempo do que se pode imaginar. Se duvidar, estão casados desde outras vidas. Sigo assim, meu amor, dissidente de casamentos, porém, agora acredito em outro casamento, naquele verdadeiro, que não precisa de um altar, de uma festa ou alianças. Aquele nosso, dos olhares, das palavras, dos silêncios, das uniões além do que se pode ver. Ao fim de tudo isso, quero lhe dizer que estamos casados há muito tempo também. Embora não saiba até quando você aguentará metade dos meus dramas, das minhas bagunças na vida, das minhas necessidades de sumiço e dessas minhas palavras muito escondidas de você, somos marido e mulher. Amém!”